Um bairro predominantemente Italiano, no início do Século XX, ao final da década de 1950, a ocupação de estabelecimentos comerciais impôs-se às residências.
Principalmente na São Paulo pós-guerra, onde a colônia judia expandiu-se para América do Sul e ocupou os principais pontos comerciais da cidade. Desta forma, começaram a surgir as galerias e centros comerciais.
Das matracas e dos pregões que eram a forma primitiva de anunciar seus produtos, os comerciantes árabes e judeus foram evoluindo para a criação dos bazares em pontos fixos, e para a formação de tais galerias que reúnem lojas diversas. Roupas, calçados, colchas, toalhas até aparelhos domésticos a preços atrativos.
Quase tudo pode ser comprado no Bom Retiro. No final do século XX, chegaram os coreanos. Com eles, cresceu a característica de mosaico comercial do bairro do Bom Retiro. A venda de produtos em atacado para pequenos comerciantes, que vem de outras regiões do Brasil e da América Latina, gera um grande movimento na economia do bairro. E proporciona oportunidades para os vendedores ambulantes, que praticam o comércio informal.
Em função da situação econômica do país essa atividade cresce a cada dia, especialmente no bairro do Bom Retiro. Essas atividades, no entanto, não prejudicam o mosaico comercial que caracteriza o bairro.
Hoje, o que se vê do Bom retiro são grandes confecções, normalmente de proprietários Coreanos, algumas lojas remanescentes de judeus e raras de italianos, uma mistura de Sinagogas com igrejas Coreanas, ladeadas pelas tradicionais igrejas católicas sobreviventes, tudo cercado por construções antigas, com aspecto fabril e muito movimentado.
Este é o “ar” do bairro do Bom retiro, ótimo para compras de tecidos, linhas, aviamentos, moda feminina atacado e varejo além de outros produtos de vestuário e afins.
Em geral as lojas abrem de 2ª a 6ª das 8:00 às 18:00 e


